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Dr. Felipe Pereira Gomes, coloproctologista em Blumenau e Indaial

Dr. Felipe Pereira Gomes Coloproctologista em Blumenau e Indaial

Médico coloproctologista e membro da Sociedade Brasileira de Coloproctologia. Diagnóstico e tratamento de hemorroidas, fissura anal, fístula, doença diverticular e câncer colorretal.

Médico · CRM-SC 22238 · Cirurgia Geral RQE 20486 · Coloproctologia RQE 21064

  • Residência em Coloproctologia na Clínica Reis Neto
  • Membro da Sociedade Brasileira de Coloproctologia
  • Certificação em Cirurgia Robótica
  • Corpo clínico do Hospital Santa Isabel e do Hospital Unimed Blumenau
Dr. Felipe Pereira Gomes, médico coloproctologista em Blumenau e Indaial, de jaleco branco com o brasão da Sociedade Brasileira de Coloproctologia
Sobre o médico

Quem é o Dr. Felipe Pereira Gomes?

O Dr. Felipe Pereira Gomes é médico coloproctologista formado pela Universidade Regional de Blumenau (FURB), com residência em Cirurgia Geral no Hospital Santa Isabel e residência em Coloproctologia na Clínica Reis Neto, em Campinas. Atende em Blumenau e Indaial.

Blumenauense, o Dr. Felipe Pereira Gomes estudou medicina na FURB entre 2009 e 2015, fez residência em Cirurgia Geral no Hospital Santa Isabel entre 2016 e 2018 e concluiu a residência em Coloproctologia na Clínica Reis Neto, em Campinas, entre 2019 e 2021. É membro da Sociedade Brasileira de Coloproctologia e tem certificação em Cirurgia Robótica.

Hoje integra o corpo clínico do Hospital Santa Isabel e do Hospital Unimed Blumenau.

Leia a formação completa do Dr. Felipe Pereira Gomes

Sobre a especialidade

O que faz um coloproctologista?

O coloproctologista é o médico especializado em doenças do intestino grosso, cólon, reto e ânus. Ele investiga sintomas como sangramento anal, dor ao evacuar e mudança do hábito intestinal, realiza exames como a colonoscopia e conduz o tratamento clínico ou cirúrgico.

A avaliação do coloproctologista cobre desde queixas orificiais, caso da doença hemorroidária, da fissura anal e da fístula anorretal, até doenças que atingem todo o cólon, como a doença diverticular, a doença inflamatória intestinal e o câncer colorretal.

O especialista também realiza exames complementares como colonoscopia e manometria anorretal, que sustentam o diagnóstico antes de qualquer decisão de tratamento.

Ilustração anatômica do intestino grosso, com cólon, reto e apêndice, área de atuação da coloproctologia
Atuação

Tratamentos e condições atendidas

Cada condição tem uma página própria com explicação, sinais de alerta e as dúvidas mais frequentes de quem procura atendimento.

Dúvidas de quem procura

Perguntas frequentes sobre coloproctologia

Hemorroida que sangra é grave?

Nem sempre, e todo sangramento anal precisa ser avaliado. O sangue vivo ao evacuar costuma vir da doença hemorroidária ou de fissura anal, porém os mesmos sintomas aparecem no câncer colorretal. Sangramento que se repete, muda de cor ou vem junto com alteração do hábito intestinal deve ser investigado sem adiar.

Fístula anal tem cura sem cirurgia?

Não. A fístula anorretal é um trajeto já formado entre o canal anal e a pele perianal e não fecha sozinha nem com medicação. O tratamento é cirúrgico, e a técnica varia conforme o trajeto e o quanto ele envolve o músculo esfíncter.

Colonoscopia dói?

O exame é feito sob sedação e o paciente dorme durante todo o procedimento. O desconforto costuma ficar no preparo do dia anterior, não no exame em si. A recuperação leva cerca de uma hora e é necessário um acompanhante na volta para casa.

Histórico familiar muda o rastreamento?

Muda. Ter parente de primeiro grau com câncer colorretal antecipa o início do rastreamento e costuma encurtar o intervalo entre as colonoscopias. Leve o histórico da família na consulta, incluindo a idade em que cada diagnóstico aconteceu.

Fissura anal cicatriza sozinha?

A fissura aguda costuma cicatrizar em algumas semanas com pomada, banho de assento e correção do intestino preso. Passando de seis a oito semanas, ela vira fissura crônica e o tratamento pode exigir procedimento cirúrgico. O sinal típico é a dor intensa ao evacuar que continua por um tempo depois.

Qual a diferença entre cirurgia robótica e videolaparoscópica?

As duas são vias minimamente invasivas, feitas por pequenas incisões. Na videolaparoscopia o cirurgião manipula os instrumentos diretamente. Na robótica ele opera de um console, com instrumentos articulados e visão tridimensional. A indicação de uma ou de outra é definida caso a caso na consulta.

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Onde atendo

Consultórios em Blumenau e Indaial

Convênios atendidos: Unimed. Consulte as informações de convênio.

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