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Dr. Felipe Pereira Gomes, coloproctologista em Blumenau e Indaial
Atuação

Tratamentos em coloproctologia

O Dr. Felipe Pereira Gomes avalia e trata doenças do cólon, reto e ânus em Blumenau e Indaial. As condições mais frequentes no consultório são doença hemorroidária, fissura anal, fístula anorretal, doença diverticular, doença inflamatória intestinal e câncer colorretal.

Homem com as mãos na região glútea, gesto associado ao desconforto anal da doença hemorroidária

Doença hemorroidária

Os mamilos hemorroidários existem no canal anal de qualquer pessoa e ajudam na continência. A doença hemorroidária aparece quando essas estruturas se dilatam e passam a sangrar, prolapsar ou doer. O tratamento varia do ajuste alimentar à cirurgia, conforme o grau.

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Mulher com as mãos na região glútea, gesto associado à dor ao evacuar típica da fissura anal

Fissura anal

A fissura anal é um corte na mucosa do canal anal. O sintoma clássico é dor intensa ao evacuar que continua por minutos ou horas depois, muitas vezes com sangue vivo no papel. Passando de seis a oito semanas, a fissura aguda vira crônica.

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Mãos segurando um modelo ilustrativo do intestino grosso e do canal anal

Fístula anal

A fístula anorretal é um trajeto entre o canal anal e a pele ao redor do ânus. Ela costuma aparecer depois de um abscesso perianal drenado. O tratamento é cirúrgico, e a técnica muda conforme o quanto o trajeto envolve o músculo esfíncter.

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Homem idoso com as mãos sobre o abdome, região destacada em vermelho indicando dor abdominal

Doença diverticular

Divertículos são pequenas bolsas na parede do cólon, mais comuns a partir dos 50 anos. Ter divertículos é diverticulose e costuma não dar sintoma. Quando um deles inflama, o quadro é diverticulite, com dor abdominal do lado esquerdo e febre.

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Médico de jaleco e luvas com ilustração do intestino grosso entre as mãos

Câncer colorretal

A maior parte dos tumores colorretais começa como um pólipo benigno que leva anos para se transformar. É por isso que a colonoscopia ocupa lugar central: ela encontra e remove o pólipo antes da transformação. O rastreamento de rotina começa aos 45 anos para quem não tem fator de risco.

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Pessoa com as mãos sobre a parte inferior do abdome, região abordada na cirurgia colorretal

Cirurgia colorretal robótica

Na cirurgia robótica, o cirurgião opera sentado em um console e comanda braços articulados que reproduzem seus movimentos dentro do abdome, com visão tridimensional. É uma via de acesso minimamente invasiva, como a videolaparoscopia. O Dr. Felipe Pereira Gomes tem certificação em Cirurgia Robótica.

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